Independência Financeira

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terça-feira, 6 de maio de 2008

Torres de Resfriamento – Água de Circulação

A quantidade de água de circulação para os condensadores deve ser 3 GPM por TR para um diferencial de temperatura aproximado de 5,6ºC, em dados práticos, tomaremos 3 a 6 GPM por TR, ou seja: 11,4 a 22,8 litros por minuto por TR (Tonelada de refrigeração).

Em outras unidades: 0,68 a 1,36m3/h.

domingo, 23 de março de 2008

AMÔNIA

O único refrigerante genuinamente natural, a amônia (R717) vem gradualmente conquistando novos nichos de mercado, perdendo a imagem de ser utilizada exclusivamente em instalações frigoríficas de médio/grande porte.
A crescente preocupação com a degradação do meio ambiente, tem sido um dos fatores primordiais para esta redescoberta da amônia.
O refrigerante R717
Possuindo características favoráveis do ponto de vista termodinâmico, a amônia é um dos agentes refrigerantes mais largamente utilizados. Segundo Elonka & Minich as características principais de um refrigerante são:
Uma vez que a refrigeração se efetua pela evaporação de um líquido, o refrigerante deve ser volátil ou capaz de se evaporar;
O calor latente de vaporização deve ser bastante elevado para que o resultado desejado seja obtido com um mínimo de refrigerante em circulação;
É importante que seja seguro nas condições normais de funcionamento; os refrigerantes não devem ser combustíveis, manter a chama ou ser explosivos;
O refrigerante deve ser inofensivo às pessoas e ter um odor que revele a sua presença. Os vazamentos devem ser detectáveis por verificação simples;
O custo deve ser razoável e deve existir em abundância para seu emprego comercial;
O refrigerante deve ser estável, sem qualquer tendência a se decompor nas condições de funcionamento;
Não deve ter efeito prejudicial sobre os metais, lubrificantes e outros materiais usados nos compressores e demais componentes do sistema;
O refrigerante deve ter pressões de evaporação e condensação razoáveis;
Deve produzir o máximo possível de refrigeração para um dado volume de vapor movimentado pelo compressor;
A compressão à pressão de condensação deve requerer o mínimo de potência;
A temperatura crítica deve estar bem acima da temperatura de condensação.
A amônia atende a quase totalidade destes requisitos, com ressalvas apenas a sua alta toxicidade (25ppm) e por tornar-se explosiva dentro de teores de concentração de 15 a 30% em volume.
Contudo, estes inconvenientes são altamente minimizados se as normas específicas de segurança forem seguidas à risca. De acordo com Stoecker & Jabardo, as principais normas aplicáveis são:
ANSI/ASHRAE 15-1978
Esta norma especifica os locais onde os distintos grupos de refrigerantes podem ser aplicados; restringe a presença de chama em salas de máquinas; se ocupa do ambiente industrial e estabelece limites nas quantidades dos distintos refrigerantes presentes em diversas áreas de trabalho; se concentra em reservatórios e tubulações, determinando os limites de pressão de operação; descreve as aplicações dos dispositivos limitadores de pressão, além de cobrir toda uma gama de aspectos relacionados a técnicas de instalação.
A norma ANSI/ASHRAE 15-1978 se relaciona a outras normas, incorporando-as. Uma delas é o "Boiler and Pressure Vessel Code" da ANSI/ASME, outra é a ANSI/ASME B31.5 para tubulações de refrigeração.
ANSI/IIAR 2-1984
Preparada especificamente para sistemas de amônia. Uma das recomendações desta norma é a de que a amônia se apresente com 99,95% de concentração. Ela também recomenda que placas de identificação sejam afixadas nos principais componentes, contendo informações como: o fabricante, ano de fabricação, número do modelo, além da pressão nominal. O objetivo destas placas é o de atestar que o equipamento foi ensaiado quanto à sua segurança e aplicação adequada. A norma especifica, ainda, dois níveis de pressão de projeto: alto e baixo. Uma abordagem alternativa para ventilação em sala de máquinas também é proposta nesta norma.
Compressores para instalações de amônia
Uma característica marcante da amônia é a sua alta temperatura de descarga; desta forma para uma pequena relação de pressões, são normalmente utilizados compressores pistões de simples estágio. Para relações de pressões mais altas são utilizados compressores pistões de duplo estágio ou ainda arranjos em "booster".
Esta restrição relativa à relação de pressões não é aplicável aos compressores tipo parafuso devido ao uso do óleo ou do refrigerante como agente de resfriamento interno. Uma outra possibilidade seria a utilização conjugada de compressores pistões e parafusos.
Antigos e novos segmentos de mercado
São os seguintes os segmentos de mercado que predominantemente utilizam refrigeração por amônia:
Frigoríficos (bovinos/suínos/avícolas);
Indústria de pescados;
Indústrias alimentícias;
Fábricas de gelo;
Laticínios;
Indústrias de bebidas;
Câmaras frigoríficas.
Outras aplicações estão surgindo, tais como:
Unidades resfriadoras de líquido e bombas de calor, com emprego de trocadores de calor a placas;
Sistemas de refrigeração híbridos usando R717 e (H)CFC simultaneamente;
Sistemas de refrigeração híbridos utilizando R717 e soluções/salmouras;
Salas de manipulação (em conformidade com a portaria 304 de 22/04/96);
Instalações de ar condicionado que operam com bancos de gelo.
Conclusão
A tendência de maior utilização de amônia, é um fenômeno relativamente novo. Sem dúvida, muitas aplicações ainda estão por surgir. Com certeza estamos longe de atingir a plena potencialidade da refrigeração por amônia, permitindo prever que o crescimento de aplicações para este antigo e confiável refrigerante não será um modismo passageiro.
Bibliografia
S. M. Elonka – Q. W. Minich, Manual de Refrigeração e Ar Condicionado.
W. F. Stoecker – J. M. Jabardo, Refrigeração Industrial.
International Institute of Ammonia Refrigeration, Boletins diversos.
Bitzer, Manuais e Catálogos diversos.

Resfriamento Evaporativo

Genericamente, resfriamento evaporativo ocorre quando algum meio ou produto cede calor para que a água evapore. A evaporação de um produto qualquer é um processo endotérmico, isto é, demanda calor para se realizar. Esta transferência de calor pode ser forçada (quando fornecemos o calor) ou induzida (quando criamos condições para que o produto retire calor do meio). Um exemplo bastante conhecido de resfriamento evaporativo é a Torre de Resfriamento, pois nela uma parcela de água é induzida a evaporar, retirando calor da água remanescente, que se resfria por ceder este calor. No resfriamento evaporativo de ar, o mesmo princípio é utilizado: o ar cede energia (calor) para que a água evapore, resultando numa corrente de ar mais fria à saída do resfriador.
EXEMPLOS PRÓXIMOS
Embora nem sempre nos demos conta, com alguma freqüência sentimos os efeitos do resfriamento evaporativo:
-Quando nos aproximamos de uma cachoeira e notamos o ar mais fresco;
-Quando saímos de uma piscina (deixamos a água, que está mais fria e entramos em contato com o ar, que está mais quente) e temos aquela sensação de frio;
-Quando terminamos de lavar as mãos e as abanamos, sentindo-as esfriarem;
-Quando, num dia quente, acontece uma “Chuva de Verão” e observamos a quase instantânea queda da temperatura;
-A Temperatura de Bulbo Úmido (TBU) que é lida num termômetro com o bulbo envolvido por uma gaze úmida, é a temperatura mais baixa que o ar ambiente pode assumir no local, e corresponde à condição de ar saturado obtida pela evaporação da água na região junto ao bulbo.
Muitos outros exemplos podem ser citados, mas acreditamos que o nosso leitor já tenha compreendido a idéia do RESFRIAMENTO EVAPORATIVO. É simples, mas não custa enfatizar que é com ele que a Terra controla a temperatura sobre sua superfície.
O PRINCÍPIO
O ar atmosférico é uma mistura de ar seco e vapor de água. Para uma dada condição de temperatura e pressão esta mistura tem capacidade de conter uma quantidade máxima de vapor d’água (ar saturado = 100% de umidade relativa ou 100% UR). Na prática esta condição de ar saturado só é observada durante e logo após uma chuva. Normalmente o ar encontra-se insaturado (UR<100%)>
Baixe o documento completo na seção "Donwload".

terça-feira, 4 de março de 2008

Pulverização (Spray) de Poliuretano

Neste caso a mistura é pulverizada diretamente na obra, por maquinário apropriado, sobre as superfícies prévia e devidamente tratadas. A reação dos componentes proporciona uma superfície firme e rugosa, que poderá posteriormente receber acabamento à base de elastômeros de uretano e pintura em epóxi ou tinta poliuretânica. Sendo seu uso mais freqüente na isolação térmica de telhados, tanques, colunas, vasos, esferas, etc.
A grande vantagem da aplicação do poliuretano pelo processo de injeção ou pulverização esta na redução no custo dos materiais acessórios necessários à fixação e proteção, bem como o de transporte (devido ao seu baixo peso especifico o poliuretano é um material de grande volume).
Tanto o processo de aplicação por injeção como o de pulverização, oferecem sob o aspecto técnico, além da vantagem de maior rapidez na execução da isolação, uma melhor eficiência térmica pela não existência de juntas, uma vez que após a expansão, passa a formar um corpo homogêneo com a superfície sobre a qual foi aplicado.

http://www.isar.com.br/

INJEÇÃO DE POLIURETANO

Isolamento térmico ideal para baixas temperaturas, por este sistema a mistura dos componentes que compõem o poliuretano é diretamente injetada por maquinário apropriado em cavidades previamente preparadas. Ao reagirem os componentes, o material expande, enchendo totalmente a cavidade e aderindo firmemente às paredes da mesma. Usa-se uma camisa de chapa metálica (alumínio; aço inox/galvanizado) para formar a face externa da cavidade onde o material é injetado.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

TORRES DE ARREFECIMENTOS

Existem três tipos de torres, conforme a maneira pela qual a corrente de ar entra em contato com a água:

a) Atmosférica

- A torre atmosférica é geralmente colocada na cobertura do prédio e deve ficar localizada de modo a receber a incidência direta dos ventos dominantes, pois não possui ventiladores. Possui venezianas de madeira ou aço em todos os lados.

b) Corrente de ar forçado

- Pode ser colocada em qualquer ponto do prédio em contato com o exterior. Possui em ventilador lateral na parte inferior e pode ser fabricada em madeira, chapas metálicas ou fibra de vidro.

c) Corrente de ar induzido

- Deve ser instalada de preferência na cobertura do prédio. O ventilador fica localizado acima dos borrifadores.

A carcaça da torre pode ser de alvenaria, madeira ou fibra de vidro e deve possuir venezianas laterais para entrada de ar.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Unidades de refrigeracao

A quantidade de calor a ser retirada do sistema a refrigerar, na unidade de tempo, toma o nome de potência frigorífica ou carga térmica de refrigeração e é medida em frigorias por hora (fg/h).
Na prática, a potência frigorífica é avaliada em Toneladas de Refrigeração (TR), unidade que equivale à quantidade de calor a retirar da água a 0°C, em cada 24 horas. 1TR = 12.000 BTU/h

Curso Instalador Solar

 
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