Independência Financeira

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segunda-feira, 28 de abril de 2008

TINTA INTUMESCENTE

ESTRUTURAS METÁLICAS

A tendência da industrialização das construções, aproveitando inclusive a beleza arquitetônica das treliças e perfis metálicos aparentes, traz por outro lado um desafio para a proteção contra incêndios.

Embora o aço não queime, a partir de uma temperatura de aproximadamente 500°C, ele começa a perder sua resistência mecânica.

As camadas de tinta intumescente (Unitherm) de até 5mm aproximadamente, envolvem o aço, retardando sua falência por até 2 horas. Além disso o seu uso interno ou externo, traz uma proteção adicional contra a oxidação dessas estruturas.

FENÔMENO

A energia térmica liberada pelo fogo, transforma o revestimento original de 0.3 a 5 mm de espessura em uma camada de espuma de micro células de carbono, retardando o aquecimento da superfície do material protegido.

A proteção desenvolvida se dá em função da temperatura de aquecimento e da espessura inicial do revestimento. Na temperatura crítica ocorre uma expansão de até 40 vezes da camada inicial.

CABOS
Os cabos e condutores podem propagar (conduzir) um incêndio através de uma edificação.
Além disso, os produtos tóxicos resultantes da queima da cobertura (isolamento) destes, trazem um grande risco para as pessoas e as instalações devido à formação de uma fumaça tóxica e de gases quentes, que, quando condensados, apresentam uma alta corrosividade devido a presença de ácido clorídrico.

A aplicação do material intumescente com trincha, rolo ou pistola, na forma líquida sobre os cabos acrescenta um mínimo de peso devido a sua espessura de 0,5mm, evitando uma rápida propagação do fogo.

Com 1,8mm ou mais, permite-se o funcionamento dos cabos imersos no fogo por um período mínimo de 30 minutos, além de liberar gases alcalinos que neutralizam até 80% do potencial ácido da fumaça liberada pela queima dos cabos.

Por uma questão de segurança aplica-se o material intumescente sobre o conjunto de cabos, bandejas metálicas e suas fixações.

Os produtos intumescentes Unitherm apresentam-se na forma líquida, diluídos em água ou por diluentes orgânicos, que se aderem sobre superfícies tratadas, formando uma barreira de micro células de carbono, a partir de determinadas temperaturas críticas, que são estabelecidas em função das características dos materiais a serem protegidos.

quarta-feira, 26 de março de 2008

Vantagens da Tinta em Pó (Pintura Eletrostática)

  • Amplo espectro de aplicações;
  • Ausência de solventes orgânicos;
  • Mínima agressão ao meio ambiente;
  • Alto grau de automação;
  • Facilidade e rapidez na troca das cores, devido à não necessidade de limpeza com solventes;
  • Baixo consumo de ar nas estufas (economia de energia);
  • Alta eficiência na transferência. Não existe perda do material durante a aplicação, pois o pó do overspray é reaproveitado. Dessa forma o aproveitamento da tinta em pó chega a cerca de 98%;
  • Aplicação em uma única camada em geral não necessita primer);
  • Elevada resistência química e mecânica (impacto, corrosão, radiação U.V., etc.);
  • Possibilidade de obter-se camadas de 30 a 500 micra;
  • Acabamento final atraente e de alto nível;
  • Investimento menor em equipamentos, devido à não necessidade de cabines com cortina d´água, unidades de renovação de ar, controle de poluição e zonas de flash off.

Tipos de Tintas em Pó

Sistemas convencionais de tintas em pó termoendurecíveis.

Epóxi

Essas tintas em pó são baseadas em resinas epoxídicas, curadas em sua maioria com endurecedores amínicos. Os revestimentos em pó exibem excelentes propriedades anticorrosivas, aderência e resistência química e mecânica.

São indicados principalmente para a proteção de substratos que não sejam expostos ao intemperismo, mas sim a ambientes altamente agressivos.

Ex. Peças industriais, tubulações marítimas e terrestres, vergalhões de construção civil, etc.

Híbrido (Epóxi-poliéster)

As tintas em pó híbridas são misturas de resinas epoxídicas e poliésteres, com a cura ocorrendo através da reação entre elas. Os revestimentos em pó híbridos apresentam excelentes propriedades mecânicas e resistência química, notadamente resistência ao reforneio. A presença do polímero epoxídico limita sua utilização a substratos quem não serão expostos ao intemperismo, mas é, sem dúvida, o sistema de revestimento mais amplamente utilizado no mercado brasileiro.

Ex. Revestimento de eletrodomésticos, auto-peças, móveis de aço, painéis elétricos, etc.

Poliésteres

Esses tipos de tinta são baseados em resinas poliéster e curadas especificamente com o endurecedor TGIC (Triglicidil-IsoCianurato) ou similares.

Os revestimentos em pó poliéster destacam-se dos demais pelas excelentes propriedades mecânicas, resistência ao amarelecimento (i.é, estabilidade de cor) durante a cura e resistência ao intemperismo.

São indicadas principalmente oara a proteção dos substratos expostos à luz solar.

Ex. Componentes automotivos, implementos agrícolas, esquadrias de alumínio, telhados industriais, móveis de jardim, etc.

Poliuretanos

As tintas em pó poliuretânicas são baseadas em resinas poliésteres, entre outras, curadas com adutos de isocianatos bloqueados.

Os revestimentos em pó poliuretânicos apresentam características semelhantes às dos poliésteres, porém com alastramento superior e possibilidade de atingir camadas inferiores a 40 micra na aplicação de cores escuras.

Ex. Cabines telefônicas, grades e esquadrias, máquinas, móveis de jardim, etc.

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